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13/11/2018

Ônibus elétrico: caminho para sustentabilidade

Atualizado em 13/11/2018, às 16h

Niterói deve receber, em breve, 40 ônibus elétricos. Segundo o jornal “O Fluminense”,  eles serão usados na TransOceânica, o corredor viário de 9,3 quilômetros de extensão, que passará por r 12 bairros da Região Oceânica, beneficiando 125 mil moradores.

A cidade terá a maior frota do Brasil de veículos deste tipo. Hoje, Campinas (SP) está no topo do ranking, com 13 veículos cedidos por uma empresa privada. A cidade de São Paulo tem um ônibus elétrico deste tipo em circulação e encomendou outros sete, que entrarão em operação nos próximos meses. Bauru (dois veículos) e Santos (um ônibus) são as outras cidades com elétricos em circulação. Clique aqui para saber mais.

Lá fora

Imagine dirigir um ônibus elétrico e silencioso? Ou um carro elétrico pequeno, cujo a bateria você pode carregar lá na tomada da casa?

Isso mesmo.  Se depender da cidade de Gotemburg, na Suécia, esse futuro está cada vez mais próximo.

A matéria do jornal “Valor Econômico” foi atrás dessa experiência. Há dois anos, o condutor profissional Dzavid Murati lida com a novidade e o conforto ao dirigir o veículo devido à ausência do barulho.

E detalhe: ele mesmo faz a recarga da bateria do ônibus no ponto final. Segundo a reportagem, o veículo elétrico leva de quatro a seis minutos para recarregar. O tempo é considerado suficiente para embarque e desembarque dos passageiros.

O tamanho do veículo também parece ser outro atrativo. Surge até a ideia de que os carros possam caber dentro das casas. Será o fim das garagens pelo mundo?

“A experiência em Gotemburgo nos mostrou que podemos usar os ônibus de um novo jeito, mais próximos das pessoas. Isso mudará o planejamento das cidades”, diz o presidente mundial da Volvo Bus, Hakan Agnevall.

O Brasil também não fica atrás. Curitiba vem testando o ônibus elétrico híbrido da Volvo, que opera com dois motores, um a combustão e outro elétrico, que também pode ser recarregado em estações de embarque.

De acordo com a empresa, em um ano de atividade, o elétrico híbrido deixaria de emitir 30 toneladas de dióxido de carbono quando comparado ao veículo convencional. O meio ambiente agradece!

Campinas também pegou carona nessa inovação tecnológica em parceria com a montadora chinesa BYD que produz ônibus elétricos.

O diretor de marketing da BYD no Brasil, Adalberto Maluf, estima que o uso dos elétricos poderá alcançar um quarto das vendas de ônibus nos próximos anos.

Clique em “Ônibus serão silenciosos e sustentáveis” para ler  a matéria completa.

Se quiser se aprofundar sobre os dados por trás da indústria, leia “Produção europeia de ônibus elétrico deve atingir maturidade em 2020“.

A UCT também entrevistou o Adalberto Maluf sobre as políticas de inovação tecnológica no setor de transporte e a parceria com centros de estudos de tecnologia. Clique aqui e assista.