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09/12/2014

Aprendizagem Estratégica



Armando Ribeiro - Consultor de T&D e RH

Um novo conceito está invadindo o mundo corporativo: a aprendizagem estratégica. Pode-se entender o seu significado conceituando individualmente as palavras que formam o termo.

Aprendizagem se origina da palavra aprender, ou seja, adquirir conhecimento. Atualmente, compreende-se aprendizagem como o processo através do qual os indivíduos adquirem novos conhecimentos, desenvolvem competências e mudam comportamentos.

Estratégia vem da palavra estratagema – ardil para burlar o inimigo – e, hoje, pode ser definida nas corporações como a arte de planejar e executar movimentos e operações com a finalidade de atingir um determinado objetivo.

A união dessas duas palavras tem uma dimensão muito maior do que possamos imaginar. A aprendizagem estratégica é um processo em que o indivíduo e a organização alinham suas principais energias e competências para o melhor resultado. Aprender por prazer e não por dever. Aprender com a finalidade de gerar um diferencial competitivo para o profissional, a equipe e a organização. O que você faz que é diferente do que a grande maioria das pessoas faz? Esse é o seu diferencial, e lhe trará melhores oportunidades de promoção profissional.

Isso exige uma atitude individual que favoreça o compartilhamento ágil de todo o conhecimento gerado na organização. Assim, lideranças devem estar envolvidas permanentemente no estímulo e incentivo para que cada pessoa tenha condições efetivas de utilizar todo o seu potencial nessa nova forma de aprendizagem. Trata-se de uma proposta em que aprender-aplicar-rever-aprender- ensinar é um círculo progressivo, natural e objetivo.

Deve-se lembrar que mesmo a adoção de ferramentas poderosas e inovadoras de nada adianta se o indivíduo, o profissional, não se comprometer com a aprendizagem. Afinal, aprendizado e prazer são processos internos de cada pessoa. Exige-se de todos os profissionais uma mudança em relação aos aspectos da aprendizagem, sendo fundamental o apoio das lideranças. É necessário discutir e rediscutir valores, missão e objetivos pessoais e organizacionais.

As oportunidades aparecem, novas e poderosas ferramentas são criadas – hoje, internet e intranet, com o e-learning; amanhã, com o “e-qualquercoisa”. Contudo, a filosofia da aprendizagem se mantém e a permanente discussão dos valores coletivos e individuais deve ser a tônica das organizações que utilizam a aprendizagem estratégica. Esteja preparado. Não há milagre que não exija esforço e dedicação.

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