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26/07/2017
Trajetória da UCT destaca importância da educação corporativa

Para muitos rodoviários, que não tiveram a oportunidade de avançar no investimento da educação, a UCT pode ser vista praticamente como uma grande escola.

Mas você sabia que a Fetranspor tinha um setor educacional com esse nome pomposo?

Para falar a verdade, primeiro, é essencial entender o que é uma Universidade Corporativa.

Esse nome, que pode soar estranho para muitos, não surgiu à toa. Tem muita gente qualificada nas academias que debruça horas pesquisando, justamente, sobre esse assunto.

Basicamente, uma Universidade Corporativa dedica-se à educação aplicada ao contexto de um negócio. Isso quer dizer que uma das “entregas” de uma Universidade Corporativa pode ser cursos para os colaboradores voltados ao negócio que a empresa atua.

Para ficar mais claro, algumas Universidades Corporativas, por exemplo, desenvolvem cursos voltados para a área automobilística, outras, por sua vez, já desenvolvem cursos voltados à área de telecomunicações. Vai depender do setor de negócio que a empresa atue. Mas isso não quer dizer que os temas sejam só sobre assuntos técnicos.

Embora voltados a um contexto de negócio, os cursos podem envolver uma parte comportamental e também de ética, de cidadania, etc. Afinal, o colaborador é um profissional integral, em que o lado técnico é apenas uma parte que o compõe.

O que se vê no mercado é que a maioria das Universidades Corporativas atendem a uma empresa e, portanto, seu público-alvo é interno. Mas a UCT é diferente.

Foto: Arquivo UCT
Foto: Arquivo UCT

Diferente porque ela atende um público externo: os sindicatos e as empresas de ônibus.

Então, a UCT é classificada como universidade corporativa setorial. Mais um nome para guardar. E isso não é novidade no Brasil, não!

A professora Marisa Eboli, da Fundação Instituto de Administração (FIA – USP), conta que as experiências com universidades setoriais no país são muito bem sucedidas. Segundo ela, essa tendência cresce porque as pequenas e médias empresas conquistam, cada vez mais, peso na economia.

Marisa Eboli também ressalta que estas empresas investem em formação permanente, mesmo não tendo a estrutura e a condição de uma grande organização. A saída? Elas têm como base alguma associação ou federação patronal.

E a professora ainda destaca alguns exemplos: “Temos a Fetranspor, com a UCT; a Febrabran, com o Instituto de Educação Febrabran; o Sindpeças que lançou também a formação para empresas que fornecem serviços ao setor automotivo; o próprio Sebrae, com a Universidade Sebrae, que não deixa de ser uma universidade setorial, para os empreendedores de pequenas e médias empresas.”

Fábio Cássio Costa Moraes, diretor do Instituto Febraban de Educação (INFI), afirma que os valores aplicados à educação corporativa devem focar a produtividade, excelência e competitividade e assinala quatro eixos que julga fundamentais.

O primeiro é a qualidade, o foco no cliente e a segurança nos conteúdos do setor. O segundo diz respeito aos valores relacionados à competitividade. Um setor mais competitivo estará mais preparado para os desafios do dia a dia, pontua o diretor. O terceiro fala da abertura à mudança. O último em deixar o setor mais próximo da sociedade e da comunidade.

10/07/2017
Como solucionar problemas?

Willyans Coelho - Psicólogo e MBA em Gestão pela FGV

Você vai ler:

A capacidade de fazer perguntas como ferramenta para o sucesso.

O hábito de fazer perguntas auxilia o autodesenvolvimento.

As principais vantagens do ato de perguntar.

Peter Drucker foi chamado de “guru dos gurus” e considerado o “pai da gestão moderna”. Ele escreveu vários livros, participou de diversos eventos e, durante muitos, anos foi professor universitário. Tinha uma incrível capacidade de apresentar suas idéias de forma clara e concisa, falando de forma tranqüila. Suas propostas foram disseminadas em muitas empresas, por administradores que tiveram sua formação baseada em seus ensinamentos.

Mas, além de expor muito bem suas idéias, Drucker tinha uma outra grande capacidade, descrita por várias pessoas que tiveram a oportunidade de conversar, pessoalmente, com ele: a de saber fazer perguntas. Grandes executivos disseram que modificaram suas carreiras ou empresas graças a uma ou duas perguntas, aparentemente simples, feitas por Peter Drucker. Nesse sentido, há uma frase muito significativa atribuída a ele: “meu maior poder como consultor é ser ignorante e fazer algumas perguntas”. Através de perguntas curtas, ele demonstrava sua genialidade.

Saber perguntar é tão ou mais importante do que saber responder. As perguntas são capazes de nos ajudar a conhecer melhor a situação na qual estamos inseridos, bem como contribuem para o desenvolvimento próprio e das outras pessoas – individualmente ou em equipe – a quem dirigimos nossas perguntas.

“Não existem ‘soluções prontas’ para qualquer tipo de problema. É preciso explorar todos os aspectos envolvidos para se encontrar a solução de um problema específico.”

Entre as muitas vantagens que uma boa pergunta apresenta, é possível destacar que elas podem:

  • garantir a participação das pessoas na solução dos problemas;
  • concentrar a atenção para problemas reais;
  • explorar todas as variáveis de um problema;
  • compreender as motivações e as limitações de uma ação;
  • criar desafios para o crescimento pessoal e da equipe;
  • quebrar paradigmas;
  • gerar idéias inovadoras.

Quando alguém lhe apresentar um problema, experimente fazer perguntas antes de oferecer qualquer solução. Essa é a melhor maneira para compreendê-lo, a situação que o envolve e as soluções que poderão ser mais adequadas. As perguntas poderão lhe demonstrar todas as potencialidades que a situação oferece. Além de permitir demonstrar ao outro toda a sua genialidade.

Lembre-se:

  • Saber perguntar é muito importante e lhe oferece muitas vantagens.
  • As perguntas nos ajudam a conhecer o contexto em que estamos inseridos.
  • A melhor maneira de compreender um problema é formulando perguntas.

E você…

  • Costuma utilizar perguntas para explorar as potencialidades de uma ocasião, quando surge um problema?
  •  Como se vale das perguntas em busca da inovação para enfrentar desafios?
  •  Incentiva a participação das pessoas na solução de problemas através do hábito de fazer perguntas?

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07/02/2017
O líder e as atitudes que constroem o sucesso

Gilclér Regina - Administrador, Consultor, Escritor e Palestrante

Você vai ler:

A mente e as atitudes do cotidiano.

Duas atitudes que prejudicam os negócios.

Os recursos de uma liderança sólida.

Tudo o que vem até você é atraído pela maneira como você pensa e pelas imagens que você guarda em sua mente. Esta é a diferença que faz com que 2% dos adultos do planeta detenha mais da metade da riqueza mundial – segundo pesquisa divulgada em dezembro/2006 pelo Instituto Mundial de Pesquisa Econômica e Desenvolvimento da Organização das Nações Unidas (ONU).

São coisas que os babilônios já sabiam, assim como Platão, Shakespeare, Newton, Beethoven, Einstein, entre outros.

Todo esse comportamento da mente é transformado em atitudes diárias do ser humano que faz sucesso e notadamente no trabalho de liderança que é desenvolvido dentro das empresas.

Uma empresa começa quebrar cinco anos antes e a razão disso é centrada, em geral, em duas atitudes de liderança, igualmente nocivas ao negócio.

A primeira são pessoas que não sabem delegar, que tem que se meter em tudo e se irritam até com a posição do cafezinho na sala. Opinam até em qual marca de sabonete se deve ou não comprar! Aliás, estes enfartam cedo.

Do outro lado está o despreocupado por completo, aquele que faz de conta que é míope e “não enxerga” muitas coisas.

Prefere não despedir para não queimar sua imagem, vai relevando os erros daqueles que sempre chegam atrasados ou dos que fazem interurbanos com o telefone da empresa.

Ou ainda fazem “vista grossa” para aqueles que ficam horas na Internet conversando com amigos e visitando sites inúteis. A própria equipe começa a pensar que se nem o “chefe” se preocupa, muito menos eles devem se preocupar.

Na primeira situação o resultado é desastroso, causando um constante mal-estar, um ambiente carregado. Na segunda, sente-se o desleixo daquele que deveria ser o exemplo.

Sentem-se inseguros e não apostam no futuro da empresa, nem de suas carreiras por lá.

O líder de verdade aposta no negócio, na tecnologia e, acima de tudo, nas pessoas. Ele sabe que elas devem fazer a diferença, focadas no negócio, comprometidas e não apenas envolvidas. Acredita que todos, sejam quais forem os cargos, devem ter uma meta, um grande objetivo, tudo centrado nos ideais e propósitos do negócio.

Diz um velho ditado que quem queimou a língua com sopa quente não esquece de soprar a próxima vez.

Na empresa, nós podemos delegar, compartilhar, persuadir, determinar, conforme as equipes e o nível de tarefa exigido. Mas não faz mal a ninguém remapear sempre o terreno para ver como as coisas estão fluindo.

Lembre-se:                           

O que você pensa é a base das suas atitudes.

Procure exercer uma liderança equilibrada e ser produtivo.

Considere as pessoas em primeiro lugar para alcançar as metas.

 E você..

Como encara o poder da sua mente?

Acredita que sua liderança é eficaz?

Como se vê e como é visto como líder?

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