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16/01/2018
2018: Otimismo e realismo para o setor de transportes

Adamo Bazani - jornalista especializado em Transportes

Para muitos, uma simples virada no calendário. Para outros, supersticiosos ou não, momento de renovar as forças e a esperança.

O ano de 2018 está em seu início, mas já é recheado de notícias e expectativas.

A frase “Ano Novo, Velhos Problemas” infelizmente é real na mobilidade.

A falta de prioridade ao transporte coletivo, tanto no espaço urbano como na destinação dos investimentos públicos, é um problema que se arrasta ano após ano.

É verdade que após clamores sociais e uma participação maior da imprensa no tema, os responsáveis pelas gestões públicas começaram a ver o transporte coletivo e o não motorizado com mais atenção e várias ações foram tomadas, mas ainda insuficientes.

Uma das formas de diminuir as injustiças no uso de verbas públicas para a mobilidade e para a ocupação das cidades é o transporte individual financiar o transporte coletivo.

Não adiantam discursos demagógicos. Tudo tem um custo, depende de dinheiro. Um corredor de ônibus do tipo BRT, um ônibus mais moderno com ar-condicionado, uma parada ou estação mais adequada…tudo isso é caro.

Os subsídios não podem ser encarados como “bicho de sete cabeças”. Subsídio ao transporte público não é apenas política de mobilidade, mas política social. É uma forma de garantir principalmente às pessoas de mais baixa renda e que moram mais longe acesso à saúde, à educação, ao trabalho, à renda e ao lazer.

Um cálculo da tarifa de ônibus de São Paulo elucida bem isso. De acordo com dados oficiais da prefeitura, se não fossem os subsídios, que em 2018 devem ser entre R$ 2,1 bilhões e R$ 2,3 bilhões, a tarifa, que desde domingo, custa R$ 4, iria para R$ 6,66.  Mas no mesmo levantamento, é evidenciado que sem o transporte público por ônibus, a maior cidade do País teria gastos a mais na ordem de R$ 750 milhões, em combustível de carros, acidentes e poluição do ar. Apesar, de corretamente, o poder público tentar regular a poluição pelos ônibus (e isso tem de ser feito mesmo), o vilão do ar é o excesso de veículos nas ruas, em especial carros e motos. Relembre clicando aqui!

Guardadas as proporções de números, a conta de São Paulo vale para Curitiba, Fazenda Rio Grande, Mandirituba, Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo, Santo André, São Bernardo, Osasco, Guarulhos, Porto Alegre, Canoas, Recife, São Lourenço, Salvador, Camaçari, enfim, para o País todo.

Assim, o subsídio em si não deve ser encarado como problema, mas como solução.

A questão é saber de onde saem estes subsídios aos transportes. Em cidades e estados carentes de saúde, educação, segurança e infraestrutura, tirar grandes recursos para tarifas de transportes nem sempre é uma decisão acertada.

O ideal é gerar recursos e uma das maneiras mais prudentes é fazer com que o transporte individual, que ocupa mais espaço e polui mais, financie o transporte público.

A proposta da Cide Municipal, que se arrasta há anos no Congresso, parece ser a alternativa mais concreta. O imposto terá incidência sobre o litro do álcool ou gasolina do transporte individual. A arrecadação financiaria as tarifas de transportes coletivos, tornando-as mais baratas ou refreando os aumentos futuros.

Pode parecer estranho criar mais um tributo num país cuja carga tributária é elevadíssima, mas de uma maneira indireta, hoje o mais pobre que pega o transporte coletivo é tributado pela tarifa para dar condições para os carros continuarem congestionando as vias. Não se esqueça que além das gratuidades na maior parte do País, as tarifas embutem também impostos.

E grande parte destes impostos do transporte público indiretamente vai também para o transporte individual.

A Cide Municipal (ou imposto verde como é chamado agora) só vai fazer com que haja o caminho inverso: o individual financiar o coletivo.

Diversas cidades do mundo, que investem em transporte público, obtiveram os recursos para estes investimentos criando pedágios urbanos, zonas de restrição cujo acesso de carro é pago, e taxando, de forma mais elevada, os estacionamentos nas vias.

E em muitas destas cidades, se forem simplesmente convertidas as moedas, as tarifas de transportes públicos ainda são mais caras que as praticadas no Brasil. Dados de 2016, dos sites jornalísticos de alguns países mostram que a tarifa em Olso (Noruega) é de US$ 5,12; Copenhague (Dinamarca) é de US$ 4,88, Zurique (Suíça) é de US$ 4,66; Estocolmo (Suécia) de US$ 4,52; em Londres (Inglaterra) de US$ 3,70.

Muitos podem questionar: mas a qualidade dos transportes nestes locais é superior.

Mas qualidade tem um custo. Veja as tarifas destas cidades que são mais altas e em alguns casos, os subsídios chegam a 60% dos custos.

O problema no Brasil não é o subsídio em si, mas de onde tirar o dinheiro. Se estes recursos vierem do transporte individual, é a maneira mais justa de “pagar de forma proporcional” a ocupação e os impactos no trânsito das cidades.

Outro aspecto importante para 2018 é que o ano é eleitoral.

A despeito de todas as discussões sobre a tão esperada sucessão presidencial, após anos conturbados no Planalto Central (ora no Palácio do Planalto, ora no Palácio do Jaburu) há também as eleições estaduais.

Quais as plataformas sobre a mobilidade dos candidatos aos governos? E os postulantes a deputados estaduais? – um cargo importante que nem sempre é levado a sério pelo eleitor.

O deputado estadual faz as leis, por exemplo, sobre mais transportes intermunicipais, mais transportes metropolitanos, gratuidades, integrações, etc. Também aprova ou rejeita os orçamentos do Estado, ou seja, o quanto o governador pretende gastar em cada área.

Não decida seu voto por promessas mirabolantes, porque o (a) candidato (a) é bonito (a), famoso (a), religioso (a), comediante, cantor (a), sindicalista, se foi indicação de um amigo ou parente. Procure saber o que este candidato a deputado propõe, seu passado e suas alianças políticas.

O país precisa renovar na política. Mas nem sempre o candidato (a) jovem ou que se lança nas eleições pela primeira vez tem a mentalidade renovada.

Não adianta o velho costume político numa embalagem nova.

Pesquise, mas cuidado com as fake news (notícias falsas) das redes sociais.

Em relação à economia, os sinais são de melhorias, o que impacta na área de transportes também. Se a economia começar a girar, prefeituras, estados e União arrecadam mais e podem tirar do papel obras paradas.

Com mais passageiros, por causa da esperada retomada no nível de emprego (ainda muito lenta), as empresas de ônibus começam a ter mais entradas para investir. Todos ganham.

Quando um empresário compra um ônibus novo, por exemplo, além de o passageiro ser beneficiado com um veículo mais confiável, há todo um ciclo virtuoso. Há maior estimativa de geração de empregos na montadora do chassi do ônibus, na fabricante da carroceria, nas indústrias de peças, pneus, chicotes elétricos, vidros, fibras, nas siderúrgicas, na extração de minério. Há mais trabalhadores para os ônibus transportarem e mais cargas para os caminhões distribuírem. Com emprego, estes trabalhadores vão comprar mais nas lojas, mercados, concessionárias de veículos, vão ao cinema, ao teatro, ao jogo de futebol… Só cuidado para não gastar além do que ganha e ficar endividado. O Brasil já caiu no conto do “vamos consumir, gente”

Mas a recuperação é lenta e o país ainda está com a ferida aberta da política que ainda pode influenciar na economia.

Por isso, que o momento é de otimismo sim, mas com a necessária dose de realismo.

Fonte: Diário do Transporte.

09/01/2018
Porque o suborno é um problema para a Qualidade das empresas!

Davidson Ramos - formado e pós-graduado em Letras e graduando em Administração

Há pouco tempo, foi lançada no Brasil a ISO 37001:2017, norma para implantação de Sistemas de Gestão Antissuborno. Apesar de ter potencial para ajudar a resolver grande parte dos problemas que enfrentamos no nosso país, a norma não foi tão divulgada (se é que foi…) pela mídia e nem mesmo os profissionais que trabalham com Qualidade estão muito inteirados do assunto.

Eu resolvi escrever esse post para ajudar a divulgar a norma (eu realmente acredito que ela pode fazer diferença no país!) e explicar porque, na minha opinião, essa norma também pode ajudar a criar engajamento e valorizar a Qualidade nas empresas.

O que é ISO 37001:2017?

Como eu já disse no início, esse sistema de gestão ajuda a implantar práticas antissuborno nas empresas. A norma não trabalha especificamente com corrupção, mas, sim, com suborno, que é uma das práticas envolvidas na corrupção. A ISO 37001:2017 está diretamente ligada ao Compliance, que tem sido muito debatido ultimamente.

Estudando um pouco mais sobre a norma, descobri algumas coisas que me surpreenderam e, de certa forma, me marcaram bastante, por exemplo:

  • Uma das práticas comuns de empresas que já têm um sistema de gestão antissuborno implantado é definir uma política de recebimento de brindes;
  • Nessa política, pode-se delimitar um limite financeiro (R$) para o valor dos presentes que podem ser recebidos sem que isso seja considerado suborno;
  • Em alguns casos, o suborno nem mesmo foi um ato de má fé;
  • Existe suborno direto e indireto;
  • A forma como você recebe as pessoas (agentes públicos e profissionais de outras empresas, por exemplo) também pode ser caracterizada como suborno;
  • O Brasil não é o único país do mundo onde a corrupção é um problema(isso eu já sabia, mas acho importante ressaltar aqui);
  • Os Estados Unidos da América têm uma lei que normatiza processos de anticorrupção e leniência;
  • Vários requisitos da ISO 37001:2017 são muito compatíveis com os da ISO 9001:2015.

O Suborno desestimula o Engajamento e a Cultura da Qualidade

Existe uma séria questão de ética quando se fala de suborno, mas não quero focar nesse assunto aqui. Todos nós estamos de saco cheio de ouvir falar sobre isso. O que quero enfatizar é que o suborno prejudica a Qualidade!

Você só NÃO foca na Qualidade quando você NÃO precisa melhorar seus processos para crescer ou para vender mais. Todos nós nos preocupamos com a Qualidade porque queremos atingir mais resultados, ser mais produtivos e ajudar nossas empresas a serem mais competitivas.

Quando uma empresa recorre ao suborno para ganhar uma venda, é como se ela “pagasse para vender”. E sim, isso é tão absurdo quanto parece ser. Nesse caso, não importa se a empresa tem bons processos, se eles melhoram continuamente ou se seus colaboradores se capacitam todos os dias. Afinal, a “vantagem competitiva” dessa empresa será o suborno. Ela sempre terá que pagar ou “presentear” alguém para conseguir vender seus produtos ou serviços.

Como isso tudo afeta a qualidade?

Os colaboradores de uma empresa que recorre ao suborno não vão se preocupar com a Qualidade, porque há um “jeitinho” (errado, antiético, etc e tal) de vender produtos ruins produzidos por processos lentos, caros e ineficientes… É triste, mas é um fato.

Por exemplo: o setor de vendas de uma empresa é um dos principais canais de retroalimentação quanto à conformidade dos produtos e serviços em relação à expectativa dos clientes com que se quer trabalhar. Os vendedores são o contato inicial com o cliente e são eles que compreendem primeiro o que ele busca e como o produto ou serviço pode ajudá-lo a resolver seu problema.

Dessa forma, o que acontece quando essa equipe está mais preocupada em vender a qualquer custo (inclusive subornando) do que em compreender o que o cliente precisa? Se você lembrar de todas as vezes que um vendedor estava tentando te “empurrar” um produto em vez de entender o que você precisava, vai entender do que estou falando. Se isso acontecer:

  • 1º eles não entregarão Qualidade, porque não vão se preocupar em realmente resolver o problema do cliente;
  • 2º a empresa não receberá os feedbacks necessários para evoluir e adequar seus produtos ou serviços ao que os clientes precisam. Isso, a longo prazo, pode levar até mesmo à falência do negócio; afinal, ninguém vai comprar algo que não serve para nada…

Suborno não é um problema do time de vendas!

Falei bastante de vendas até aqui, então você pode estar pensando que suborno só acontece em relações que envolvem o time de vendas, né? Muitíssimo pelo contrário! E aqui a gente aprofunda um pouco o impacto negativo disso na Qualidade!

Suborno prejudica a qualidade dos produtos e serviços

Vamos começar do básico: se uma empresa fabrica cadeiras de madeira, o que acontece se a madeira for ruim? O produto final será de Qualidade? Obviamente não!

Agora imagine uma empresa em que o suborno faz parte do cotidiano da área de Compras. Você acha que as matérias-primas e insumos que esse setor adquirir para serem utilizados nos processos serão os melhores possíveis?

A chance de, nesse caso, o suborno levar à aquisição de materiais inferiores e, até mesmo inadequados ao fim a que se destinam, é muito grande, afinal, empresas que vendem bons produtos ou serviços não precisam subornar ninguém. Pense na empresa que, para você, mais tenha Qualidade. Você acha que eles precisam subornar alguém para vender?

O compromisso com a Qualidade vai muito além do “vender mais”!

Acima de tudo, Qualidade é entregar o que foi prometido ou, como a ISO 9001:2015 diz: Qualidade é conformidade! E para isso é preciso ter muito foco no cliente e no que você faz, no seu negócio. Entregar não é uma tarefa fácil; entregar mais e melhor, então, nem se fala!

Por isso não dá para fazer concessões com a Qualidade. Toda vez que alguém entrega algo de qualquer jeito (“Não tá bom, mas vai assim mesmo!”), essa pessoa está burlando algo que foi preestabelecido. Não importa se ela fez isso para evitar dor de cabeça, por preguiça ou por falta de conhecimento, ela está corrompendo um combinado!

Ligando as coisas: a ISO 37001 está ligada ao compliance; e compliance, a grosso modo, significa cumprir as regras da empresa. Agora reflita: o que é a conformidade se não uma regra a ser (per)seguida por toda a organização? Quando uma empresa entrega algo meia-boca, ela está cedendo a diversos “subornos” internos. Subornos que deixaram passar um monte de falhas consecutivas até um produto ruim chegar ao cliente… o que nos leva ao próximo tópico:

Suborno não é só sobre dinheiro ou presentes

Como fica a Qualidade quando, por exemplo, o gerente da produção influencia o operacional para NÃO REGISTRAR NCs? Ele não está, de certa forma, subornando outros colaboradores para esconder problemas? A única diferença é que ele não está dando dinheiro ou presentes para as pessoas, está recompensando a omissão com tapinhas nas costas, falsos elogios, procrastinação e quaisquer “ismos”.

Existe o suborno de dinheiro, sim, mas isso é só o caso extremo das mais de milhões de possibilidades de suborno que podem acontecer nos processos para evitar que os problemas sejam tratados, para que as empresas continuem fracas, imaturas e escoradas em slogans, jargões que não são vividos.

Qualidade é enfrentar os desafios!

Sem enfrentar os problemas que impedem a empresa de alcançar os resultados, não há maneira de melhorar. A Qualidade não é só um discurso bonito (apesar de ser bem bonito mesmo! =D), é uma necessidade, uma ferramenta de evolução para toda a empresa.

Empresas que realmente vivem o Foco no Cliente, que capacitam seus colaboradores, tratam NCs e valorizam a Qualidade nas tarefas do dia a dia nunca vão precisar subornar ninguém, seja para vender mais ou para resolver conflitos internos! Elas têm maior nível de maturidade em seus processos e relacionamentos (internos e externos), o que faz com que os problemas possam ser discutidos abertamente, transformando pontos fracos em oportunidades e fortalecendo a Qualidade e o sistema como um todo. Isso é Nova Economia!

São essas empresas que buscam prosperar de forma ética, sustentável e realmente fazer a diferença na vida das pessoas! Pode acreditar, existem muitas empresas assim por aí (inclusive no nosso país)! E eu me orgulho em fazer parte de uma delas!

Ouça quem entende de verdade falar sobre ISO 37001:2017

Neste artigo, eu dei algumas opiniões e falei um pouquinho sobre o que penso a respeito da nova norma ISO 37001:2017. Porém, sou muito leigo no assunto, aliás, se você acha que eu viajei geral no artigo, comenta aí!

Entretanto, nós fizemos um Qualicast muito legal sobre o assunto com alguém que realmente entende da parada, o Neifer França, da QMS Certificadora. Só pra começar, a missão da QMS é “tornar a sociedade mais forte por meio das certificações”, o que já mostra o tamanho do comprometimento deles com normas como essas. Para ouvir o Podcast, basta clicar no link: http://bit.ly/2FgojU9.

03/01/2018
Quem tem medo de 2018?

Luiz Marins - antropólogo e consultor

Como será 2018?

Quem terá medo de 2018?

A primeira coisa que quero dizer é que, segundo Daniel Kahnemann, Prêmio Nobel de Economia de 2002, é totalmente impossível fazer previsões sobre eventos que não tenham regularidade.

Assim, é impossível fazer previsões sobre eleições, resultados de torneios esportivos, comportamento das bolsas de valores ou da economia. Acertar ou errar dependerá apenas da coragem e da sorte de quem fizer essas previsões.

Dito isso, a única certeza que temos é que teremos que trabalhar muito em 2018 se quisermos vencer. Não será um ano fácil, como não foram os anos anteriores. E 2018 traz ainda algumas complicações adicionais: eleições presidenciais e para governadores, senadores e deputados e, além disso, uma Copa do Mundo.

Todos os indicadores e dados da economia, comparados com 2016 e 2017, serão mais positivos,  embora modestamente, mas não serão mais negativos como nos últimos anos. A economia, como não é ciência exata, e depende do comportamento dos agentes econômicos, dependerá das reformas, da Lava-Jato, das pesquisas eleitorais, do ambiente externo, ou seja, também será imprevisível.

Terá medo aquele que não entender que com todos os problemas que temos, ainda estamos entre as 10 maiores economias do mundo e temos vantagens comparativas estratégicas que poucos países possuem e um mercado interno robusto e ávido em consumir.

Terá medo quem não entender que o Brasil é maior do que os problemas de São Paulo, Rio e de outras capitais, e que temos um interior e um setor do agronegócio que garante e garantirá nosso crescimento.

Terão medo aqueles que continuarem a esperar que os governos resolvam seus problemas de competitividade com benefícios, isenções, protecionismos, etc.

Terão medo os sonegadores, corruptos e os que não acreditam que o Brasil está mudando.

Assim, terá medo de 2018 aquele empresário, empreendedor, colaborador ou cidadão que quiser adivinhar o que irá acontecer e ficar esperando para ver o que vai ocorrer, em vez de trabalhar, criar, inovar, enfim, acreditar e pisar fundo.

Pense nisso. Sucesso!

VOCÊ SABIA?

  • Você sabia que a ONU tem 193 países membros e que o Brasil, hoje, apesar de toda a crise é o 9º país mais rico do mundo em PIB nominal?
  • Você sabia que o Brasil tem mais terra agriculturável que os Estados Unidos e a Rússia juntos? Isso sem avançar em áreas protegidas?
  • Você sabia que dos 10 maiores aquíferos do mundo, os dois primeiros estão no Brasil e que só o Aquífero Alter do Chão tem água subterrânea que poderia abastecer o planeta por 250 anos?

Fonte: Anthropos 

 

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