Como começar uma revolução com a empatia

Roman Krznaric é um pensador e escritor sobre a arte de viver. Esta conversa, gravada no projeto TEDex, é baseada no seu novo livro “Empathy: A Handbook for Revolution“.

O vídeo disponibiliza legenda em português. Clique sobre o botão de opções, em forma de engrenagem, presente sempre no canto inferior direito do player do YouTube. Depois disso, clique em “Legendas/CC”. No novo menu, clique em “Adicionar legendas/CC” e escolha o idioma Português.

hsm experience: Ressignificando o papel do RH na era digital

Aminadab Nunes, vice-presidente de Operações e Pessoas na CI&T e Sergio Fajerman, diretor executivo de Recursos Humanos do Itaú Unibanco abordam os obstáculos da transformação cultural de uma organização; os principais atalhos para implementar uma transformação cultural; a formação de líderes preparados para a mudança e como obter agilidade nas estratégias de negócios da empresa.

Contexto de Mundo

Neste vídeo para a Natura, Ricardo Guimarães, fundador da Thymus, aborda as mudanças na sociedade e nas empresas e explica como os líderes podem aprender com a figura do Papa Francisco.

O desafio das mulheres na mobilidade urbana

Elas são maioria entre os usuários de transporte público e também entre os profissionais que planejam os espaços urbanos. Mas quem olha o desenho das cidades e, mais especialmente, as condições de deslocamento, percebe que as necessidades femininas não são prioritárias nem determinantes. Como resultado, elas são expostas a rotinas desgastantes para dar conta de afazeres, além de viver constrangimento, insegurança e assédio.
Levantamento do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil mostra que, dos arquitetos e urbanistas registrados no órgão, 62% são mulheres. A proporção tende a aumentar, já que a presença feminina é ainda maior entre os mais jovens: na faixa até 30 anos, elas representam 73% do total. Isso, porém, não se traduz em projetos de ruas bem iluminadas (e portanto mais seguras), calçadas com largura suficiente para comportar carrinhos de bebê e de compras, espaços públicos mais amigáveis e estações de transporte (especialmente pontos de ônibus) confortáveis para que acompanhar crianças e idosos em suas atividades.
Um estudo da Secretaria Municipal de Licenciamento e Desenvolvimento Urbano de São Paulo, feito com base na pesquisa Origem e Destino de 2012 do Metrô, mostra que as mulheres representam 74,6% do total de usuários do transporte coletivo (ônibus, trem e metrô).
Suas motivações para sair de casa são mais variadas do que as deles: além de estudo e trabalho, levam e buscam os filhos na escola, fazem compras e acompanham parentes em consultas médicas com maior frequência do que homens. Mas, na hora de usar o carro, a prioridade é deles. Só 13,7% delas dirigem para se locomover, enquanto 26,4% dos homens fazem o mesmo.
Desigualdade. Em sua tese de mestrado na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), a engenheira Haydée Svab fez uma análise de gênero dos deslocamentos na Grande São Paulo desde 1977. O estudo aponta que as mulheres que se dizem “cônjuges” se deslocam menos e perdem a vez no uso no carro da família para o homem. Eles percorrem distâncias maiores e fazem viagens mais longas, obtendo assim maior acesso à cidade do que elas.
“Temos desigualdades salariais que impactam mais a o direito à cidade e à mobilidade delas do que deles. Temos desigualdades evidentes nas cargas de trabalho, seja formal, informal ou doméstico, que exigem mais horas e deslocamentos de mulheres do que de homens, no geral. E temos também as relações desiguais que culminam no assédio, de rua, nos transportes, entre outros”, diz Haydée, CEO da ASK-AR, consultoria em análise de dados, e cofundadora da PoliGen (Grupo de Estudos de Gênero da Poli-USP).
No dia 25, ela participa do Summit Mobilidade Urbana Latam 2018, em São Paulo.
Campanha. Assédio será outro tema do evento, com a apresentação de resultados da campanha Juntos Podemos Parar o Abuso Sexual no Transporte, que envolve Tribunal de Justiça, Metrô, CPTM e EMTU, entre outros. “O transporte é público, mas o corpo da mulher, não”, afirma a juíza auxiliar da capital Tatiane Moreira Lima, uma das líderes do projeto, iniciado em 2017.
De lá para cá, a campanha unificou processos e práticas de diferente órgãos, criando um mesmo fluxo de atendimento e treinamento para mais de mil funcionários sobre como proceder em situações do tipo. Segundo a juíza, a maior parte das vítimas já tinha sofrido algum tipo de constrangimento antes, mas agora se sente mais segura e acolhida para relatar.

Mulheres que mudaram a História – Olga Benário

Olga Benário, a alemã que viveu no Brasil e virou símbolo de luta, mesmo com um desfecho trágico: assassinada em um campo de prisão nazista, na Alemanha.

Até sua trajetória tomar esse contorno, Olga já se destacava como uma jovem ativista comunista no país de origem, principalmente quando conheceu o militante Otto Braun, com quem foi morar aos 16 anos.

Anos depois, Olga participaria de uma operação para libertar Braun da prisão. Foram perseguidos por autoridades policiais e fugiram para Moscou, na Rússia.

Lá, Olga recebeu treinamento militar e foi encarregada de escoltar o revolucionário Luis Carlos Prestes para o Brasil, por quem acabaria se apaixonando. Entretanto, a oposição política do casal ao governo de Getúlio Vargas fracassou por aqui.

Ambos, que viviam clandestinamente, acabaram sendo presos. Olga foi torturada e teve a extradição para Alemanha autorizada por Vagas, em 1936.

Foi enviada para uma prisão nazista onde deu à luz Anita Leocádia Prestes – nomes que combinam as homenagens à revolucionária brasileira Anita Garibaldi e à Leocadia Prestes, mãe de Luiz Carlos.

A filha, com 14 meses, acabou sendo entregue para a avó brasileira que vivia em Paris, na França. Já a Olga não teve a mesma sorte. Foi transferida para dois campos de concentração, um deles exclusivo para mulheres, e morta em uma câmera gás, em 1942, com outras 200 prisioneiras.

Os registros históricos revelam que Olga manifestou resistência diversas vezes enquanto esteve presa, inclusive optando por não entregar nomes de companheiros ativistas. Segundo o portal Nexo, o “Processo Benário” conta com 2.000 folhas divididos em oito dossiês. Esta é considerada a mais extensa documentação de uma única pessoa vítima do regime nazista.

Para as telonas e páginas dos livros

Em 2004, a atriz Camila Morgado deu vida à personagem no filme “Olga”, dirigido por Jayme Monjardim.

Mas quem quiser deixar a ficção novelesca de lado, pode encontrar um conteúdo mais histórico na biografia homônima escrita pelo jornalista Fernando Morais.

Por fim, outro material contando a história de Olga foi escrito pela própria filha, Anita. O livro “Olga Benario Prestes: uma comunista nos arquivos da Gestapo” foi lançado em maio de 2017 e traz documentos inéditos da polícia alemã que foram recentemente disponibilizados para consulta pública.

Fontes:

https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/05/26/O-que-se-sabe-de-novo-sobre-a-história-de-Olga-Benario-Prestes

http://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/vida-olga-benario-prestes.htm

https://www.estudopratico.com.br/olga-benario-prestes-quem-foi-e-sua-importancia-na-historia/

eSocial e Reforma Trabalhista: quais as responsabilidades para os gestores?

O debate abordou o contexto tributário, o eSocial na gestão das equipes e a Reforma Trabalhista frente à modernização das relações de trabalho e aos aspectos da nova lei e sua aplicação imediata.

Palestrante (s):

Carlos Fernando Soares é contador, pós-graduado em RH pela ESAN-SP e em Gestão de Serviços pela ESPM-RJ, e sócio proprietário da Solver Outsourcing de Folha de Pagamento.

Humberto Muzzio Almirão é advogado, pós-graduado em Direito Corporativo pelo Ibmec e especialista em Direito do Trabalho para Empresas e consultor jurídico.

Miller Pereira de Almeida é advogado tributarista e pós-graduando em Direito Tributário (EPD – Escola Paulista de Direito).